Poema 13 • página 30

“Índio”

um "índio" não não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. não é um índio. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo. é um xingo.
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